Concept-i: O carro automatizado Toyota vai estrear-se nos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio

Os próximos Jogos Olímpicos, em 2020, serão mais do que apenas um concurso desportivo. Aparentemente, serão uma exibição tecnológica. Várias empresas, como a Panasonic e a Sony, vão aproveitar para mostrar as suas últimas criações. Bem, sendo que estamos a falar do Japão, não é algo propriamente surpreendente. Surpreendente seria se não integrassem os seus avanços tecnológicos neste enorme evento.

A Toyota não quer ser exceção e, portanto, fará o mesmo. O Concept-i, foi apresentado, como uma ideia, na passada CES (Consumer Electronics Fair) 2017 em Las Vegas. Agora sabemos, que no decorrer dos Jogos Olímpicos 2020, em Tóquio, este será estreado.

Se não conhece o carro, veja já o vídeo abaixo.

 

 

O diretor geral da Toyota, Ken Koibuchi, confirmou que estão a preparar uma frota de veículos automatizados que serão estreados nos Jogos Olímpicos de 2020. Sendo que é patrocinadora oficial do evento multidesportivo e a marca número #1 no Japão, é natural que queira exibir-se naquele que é dos maiores acontecimentos do mundo. Certamente terá a atenção de milhões de pessoas por todo o globo.

Para além disto, pouco se sabe sobre o veículo futurista e as funções terá nos Jogos Olímpicos. Será que vai ser o meio de transporte dos atletas? Será que fará uma demonstração para entretenimento? Vamos ter de esperar para saber. Até lá, qual acha que será a função deles?

 

Um automóvel automatizado e não autónomo

Algo importante, que precisa de saber é que este, na verdade, não é um veículo autónomo. Ou melhor, até é, mas a Toyota evita esse termo para não induzir as pessoas em erro. Isto é, quando pensamos num carro autónomo pensamos num carro que não precisa de seres humanos a conduzi-lo. Este também pode ser conduzido sem qualquer pessoa a guiá-lo, mas não é essa a intenção. O objetivo deste carro é que o condutor e o carro trabalhem em equipa. Parece estranho, mas, na verdade, é uma ideia genial.

Pretende-se que exista um condutor a cargo do veículo. A Toyota não quer tirar o prazer de conduzir aos clientes. Assim, os automatismos entram em ação apenas quando as emoções/sentimentos deste são analisados. Deixe-me adivinhar. Não está a perceber. Permita-me que explique. O carro possui sensores biométricos espalhados, assim como uma inteligência artificial. Os sensores biométricos detetam como o condutor se está a sentir e a inteligência artificial analisa esses resultados. Se por exemplo, o condutor estiver sonolento, a IA fará uma recomendação e, se necessário, tomará o controlo do veículo. Brilhante não acha?

É, pois, uma experiência muito mais segura, que tem em vista a redução de acidentes de viação. No entanto, vamos ter de esperar um bocado até que o veículo chegue ao mercado. E acredite, o preço não vai ser baixo.

 

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